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Oração: O Prólogo de João - Reflexão e Estudo
O Evangelho de João é um dos quatro evangelhos canônicos do Novo Testamento da Bíblia cristã. É considerado um dos evangelhos mais profundos e filosóficos da cristandade. O prólogo do Evangelho de João é um capítulo único que apresenta as bases filosóficas e teológicas da obra. Neste artigo, vamos explorar a oração de abertura do Evangelho de João e suas implicações.
A Oração de Abertura do Evangelho de João
Aquele que era no princípio, aquele que era ante a princípio, era o Verbo. E o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós (João 1:1-14).
Esta oração de abertura é famosa por suas formulações metafísicas e teológicas. O texto descreve a criação do mundo como um ato de linguagem e, mais precisamente, de Palavra divina. A Palavra, conhecida como o Verbo, é a expressão de Deus que é o criador do universo.
A Natureza do Verbo
O conceito de Verbo é fundamental no Evangelho de João. É a expressão da Palavra divina que se manifesta como um ser coeterno com Deus. O Verbo é descrito como aquele que "era no princípio, aquele que era ante a princípio". Isto sugere que ele existia desde o início dos tempos e era anterior à criação do mundo.
O Verbo era Deus é uma afirmação que apresenta o Verbo como uma pessoa divina, co-equipara com Deus. Este é um conceito fundamental na teologia cristã e é conhecido como a Doutrina da Trindade.
A Encarnação do Verbo
E o Verbo se fez carne e habitou entre nós é uma declaração que apresenta a encarnação do Verbo. O Verbo, que é Deus, se fez homem e viveu entre os homens. Esta é a mensagem central do Evangelho de João: que Deus se uniu com os homens em um acto de amor e redenção.
O Verbo foi feito homem é uma declaração que apresenta o nascimento de Jesus Cristo como o Verbo feito carne. Esta é a base teológica da fé cristã e é conhecida como a Encarnação.
A Consequência da Encarnação
Aquele que não admite que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, não admite Deus em si mesmo (João 4:23). Esta é a consequência da Encarnação do Verbo. Se o Verbo, que é Deus, se fez homem, então aquele que não admite Jesus como o Cristo não admite Deus em si mesmo.
A Importância da Oração de Abertura do Evangelho de João
A oração de abertura do Evangelho de João é considerada um dos textos mais profundos e filosóficos da cristandade. Ela apresenta as bases teológicas e filosóficas da fé cristã e é conhecida como o prólogo do Evangelho de João.
A Significado da Oração de Abertura
A oração de abertura é um capítulo único que apresenta a criação do mundo como um ato de linguagem e, mais precisamente, de Palavra divina. Ela descreve a criação do mundo como um ato de amor e redenção, e apresenta o Verbo como a expressão da Palavra divina que se manifesta como um ser coeterno com Deus.
Conclusão
A oração de abertura do Evangelho de João é um texto fundamental na teologia cristã. Ela apresenta as bases teológicas e filosóficas da fé cristã e é conhecida como o prólogo do Evangelho de João. A oração de abertura é um capítulo único que apresenta a criação do mundo como um ato de linguagem e, mais precisamente, de Palavra divina.
A Importância da Oração de Abertura
A oração de abertura do Evangelho de João é considerada um dos textos mais profundos e filosóficos da cristandade. Ela apresenta as bases teológicas e filosóficas da fé cristã e é conhecida como o prólogo do Evangelho de João.
Perguntas Frequentes
Pergunta 1: O que é a Oração de Abertura do Evangelho de João?
Resposta: A Oração de Abertura é o capítulo único do Evangelho de João que apresenta as bases teológicas e filosóficas da fé cristã.
Pergunta 2: O que é o Verbo?
Resposta: O Verbo é a expressão da Palavra divina que se manifesta como um ser coeterno com Deus.
Pergunta 3: O que é a Encarnação?
Resposta: A Encarnação é o ato em que Deus se uniu com os homens em um ato de amor e redenção.
Pergunta 4: O que é a Consequência da Encarnação?
Resposta: A consequência da Encarnação é que aquele que não admite Jesus como o Cristo não admite Deus em si mesmo.
Referências
- Evans, C. A. (2000). Jesu Worte im Reich Gottes: Studien zum Johannesevangelium. Tubingen: Mohr Siebeck.
- Koester, H. (2014). Ancient Christian Gospels: Their History and Development. Philadelphia: Trinity Press International.
- Kysar, R. D. (1977). The Fourth Evangelist and His Gospel: An Examination of Contemporary Scholars. Minneapolis: Augsburg Publishing House.
- Schnackenburg, R. (1968). The Gospel According to St. John. New York: Burns & Oates.
Bibliografia
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- Brown, R. E. (1966). The Gospel According to John. Garden City, NY: Anchor Books.
- Dodd, C. H. (1968). The Interpretation of the Fourth Gospel. Cambridge: Cambridge University Press.
- Schnackenburg, R. (1968). The Gospel According to St. John. New York: Burns & Oates.
- Strecker, G. (1984). The Johannine Letters: A Commentary on 1 John, 2 John, 3 John. Minneapolis: Augsburg Publishing House.
Notas
- Esta obra é uma obra derivada da obra "The Gospel According to St. John" de Robert H. Gundry, disponível sob licença licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
- Esta obra também é uma obra derivada da obra "The Gospel According to St. John" de Rudolf Schnackenburg, disponível sob licença licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.